sexta-feira, 28 de março de 2014

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Um ano de pontificado, um ano de confusão – Parte III

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitência.com

Continuação da segunda parte.

Um ano de pontificado, um ano de confusão

1. Na noite de sua eleição, Francisco apresentou-se como o “Bispo de Roma”, sem pronunciar a palavra “Papa”. Esse proceder, reiterado depois em várias ocasiões, foi confirmado pela nova edição do Anuário Pontifício, publicada em maio. Qualificando-se a si mesmo exclusivamente com o título de Bispo de Roma, e já não de Papa, Soberano Pontífice ou Vigário de Cristo, Francisco realiza um gesto inédito na história da Igreja, claramente revolucionário, que desfalca de maneira brutal a autoridade da Sé Romana.

2. Por ocasião das JMJ celebradas em julho de 2013 no Rio de Janeiro, Francisco declarou, durante uma entrevista concedida à televisão brasileira, que “se uma criança recebe sua educação dos católicos, dos protestantes, dos ortodoxos ou dos judeus, não importa. O que me importa é que a eduquem e saciem a sua fome”. Tais palavras não requerem comentário. Desde que, é claro, não se tenha perdido a Fé.

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Um ano de pontificado, um ano de confusão – Parte II

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitência.com

Continuação da primeira parte.

4. A ideologia homossexual

Durante uma coletiva de imprensa dada em 29 de julho de 2013 no voo entre Rio de Janeiro e Roma, de regresso das JMJ, Francisco pronunciou a seguinte frase: “Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”. Frase extremamente ambígua e perturbadora, já que o termo “gay” não designa genericamente aos homossexuais, mas especialmente àqueles que reivindicam publicamente a “cultura” e o estilo de vida da impureza contranatural. Por que utilizou uma palavra que gera confusão, totalmente estranha ao vocabulário católico e tomada justamente do jargão do lobby gay, endossando deste modo, indiretamente, sua linguagem subversiva e manipuladora? Por que não se apressou a acrescentar, para evitar mal-entendidos, que embora não se deve julgar moralmente a pessoa que padece nesta tendência, a passagem ao ato, no entanto, constitui um comportamento gravemente desordenado no plano moral? Surpreendentemente, não o fez, e naturalmente, no dia seguinte, a esmagadora maioria da imprensa mundial intitulou o artigo dedicado à atípica coletiva de imprensa pontifical retomando textualmente a pergunta formulada por Francisco (“Quem sou eu para julgar?”). Poderá falar-se de imperícia vinda de alguém que domina com perfeição a arte da comunicação mediática? É difícil de acreditar... E ainda se assim fosse, o contexto exigia eliminar todo risco de ambiguidade, indicando imediatamente os detalhes do caso. Mas os detalhes jamais chegaram. Nem durante a coletiva de imprensa, nem depois. Nem de sua boca, nem da do serviço de imprensa do Vaticano. Enquanto isso, a imprensa mundial se regozijava impudicamente com a infeliz saída bergogliana...

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Um ano de pontificado, um ano de confusão – Parte I

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitência.com

Caros leitores,

Traduzimos na íntegra a magnífica análise que um desconhecido autor de língua espanhola produziu sobre o primeiro ano de Francisco no governo da Igreja, da qual a primeira parte apresentamos a seguir. (Os links para as outras duas partes podem ser encontrados no final desta publicação).

Boa leitura!

* * *

O estranho pontificado do Papa Francisco. 02/02/14.

Como católico, é sumamente doloroso ver-me obrigado por minha consciência a emitir críticas ao papa. E a verdade é que seria muito bom se a situação da Igreja estivesse normal e eu não encontrasse, por conseguinte, nenhum motivo para formulá-las. Desafortunadamente, somos confrontados com o fato incontestável de que Francisco, em apenas um ano de pontificado, realizou incontáveis gestos atípicos e efetuou um sem-número de declarações cheias de novidades e por demais preocupantes. Os fatos em questão são tão abundantes que não é possível tratá-los todos no marco necessariamente restringido deste artigo. Ao mesmo tempo, não é tarefa simples limitar-se a escolher só alguns deles, já que todos são portadores de uma carga simbólica que os torna inauditos aos olhos do observador atento, indicando uma situação eclesial sem precedentes na história. Depois de árduas reflexões, retive cinco que me parecem ser os melhores indicadores da tonalidade geral que é possível observar neste novo pontificado.

quarta-feira, 26 de março de 2014

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Autoridades da Alemanha confiscam cocaína dirigida ao Vaticano


El Universo, 23 de março de 2014
Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

As autoridades aduaneiras alemãs interceptaram um pacote de cocaína destinado ao Vaticano, de acordo com a notícia publicada domingo passado pelo jornal alemão Bild am Sonntag.

Segundo o semanário, agentes no aeroporto de Leipzig encontraram, em janeiro, 340 gramas da droga dentro de 14 preservativos escondidos dentro de um carregamento de almofadas vindo da América do Sul.

A publicação disse que o pacote estava destinado simplesmente aos Correios do Vaticano, de modo que qualquer um dos 800 residentes desse Estado católico poderia recolhê-lo.

terça-feira, 25 de março de 2014

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O lema e o logotipo da peregrinação de Francisco à Terra Santa


Tierrasanta.net, 19 de março de 2014
Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

Os responsáveis pelas comunidades católicas de Israel, Palestina, Jordânia e Chipre, no decorrer da reunião da Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa (AOCTS), celebrada durante os dias 11 e 12 de março em Tiberíades, decidiram criar um logotipo e um lema para a peregrinação do papa Francisco prevista para os dias 24, 25 e 26 de maio.

O lema da peregrinação é “Para que todos sejam um”, evocando o motivo fundamental que o papa Bergoglio considera como o coração de sua viagem, isto é, o encontro com o patriarca ecumênico Bartolomeu e os responsáveis pelas Igrejas de Jerusalém. Como já se sabe, Francisco e Bartolomeu vão se encontrar na basílica do Santo Sepulcro para comemorar e renovar o desejo e a nostalgia de unidade expressados pelo papa Paulo VI e pelo patriarca Atenágoras de Constantinopla há 50 anos em Jerusalém.