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Bruxelas, nenhuma púrpura. Pecado.

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

Sobre gostos não se discute, muito menos sobre cardeais. É privilégio do Papa escolher quem ele gosta; os cardeais são por definição os seus conselheiros, e seus colaboradores principais, e isto já é suficiente para que as escolhas sejam de sua preferência.

Portanto, não é de estranhar que entre os novos cardeais haja muitos latino-americanos, e que mesmo entre os italianos tenham sido promovidos ao cardinalato os três (Parolin, Baldisseri e Stella) que desempenharam papéis significativos em suas carreiras de diplomatas na América do Sul.

Não é de estranhar que entre os dois únicos europeus diocesanos a receber o barrete esteja Vincent Nichols, de Westminster, aluno do grande amigo e conselheiro do papa, o cardeal Cormac Murphy O’Connor, predecessor de Nichols em Westminster.

É surpreendente, e triste, que não esteja entre os novos cardeais o arcebispo de Malinas-Bruxelas, André-Joseph Léonard, que no passado recente foi agredido fisicamente duas vezes por defender a doutrina da Igreja. Ele vive e trabalha em um contexto cultural entre os mais complexos e difíceis. Sua ausência na lista anunciada hoje pode parecer, no mínimo, uma lamentável distração.
Bruxelas, nenhuma púrpura. Pecado. Reviewed by Renitência on domingo, janeiro 12, 2014 Rating: 5
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