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Dom Antonio de Castro Mayer sobre a invasão islâmica


Por Dom Antonio de Castro Mayer
Heri et Hodie, nº 63 – Renitencia.com

Pela nova concordata da Santa Sé com o governo italiano, de 18 de fevereiro de 1984, a religião católica deixa de ser a única religião oficial. A Itália passa a ser neutra em matéria religiosa, ou melhor, atéia.

O que, aliás, vem atender às exigências da "liberdade religiosa" do Concílio Vaticano II e às diretrizes de João Paulo II. Em "Mensagem para a Celebração do Dia Mundial da Paz", 1º de janeiro de 1989, o Papa declara:

"Esse direito [da liberdade religiosa] pertence a todas as comunidades religiosas, além de competir às pessoas individualmente, e inclui a livre manifestação tanto individual como coletiva da convicção religiosa. É muito importante, além disso, que o Estado assegure e promova eficazmente a tutela da liberdade religiosa..." (nº 8).

Baseada nestes princípios, Roma é hoje uma cidade "livre", aberta a todos os cultos. Todas as religiões podem ali edificar seus templos.

O "movimento" desta "abertura" teve sua pedra fundamental a 11 de dezembro de 1984, com a presença de uma delegação especial do Papa: uma grande mesquita para os muçulmanos de Roma cultuarem seu pérfido profeta.

Já se fala em inauguração da mesquita para este ano. A propósito, 30 Giorni, dezembro de 1988, p. 34, traz expressivo texto de um documento da Igreja de sempre: Cânon 25 do Concílio Ecumênico de Vienne (França):

"É ofensa ao nome de Deus e insulto à fé cristã (...) os sarracenos se reúnam em seus templos para cultuar o falso (perfidum) Maomé e seus sacerdotes (...). Tudo isso não favorece a nossa fé, e provoca grave escândalo no coração dos fiéis".

O fato de Roma abrigar uma mesquita, com a aprovação expressa do Papa, é um escândalo sem precedentes. Na história do cristianismo, os papas sempre condenaram o islamismo e, sempre que urgiu, exortaram os príncipes cristãos a rechaçá-lo da Europa. As festas de Nossa Senhora do Rosário, do Santíssimo Nome de Jesus e do Santíssimo Nome de Maria foram instituídas em ação de graças por vitórias contra os muçulmanos.

Agora, após o Vaticano II, eles invadem pacificamente a Europa. Os homens da Igreja não lhes fazem resistência.

O "Mensageiro do Islã", órgão do Centro Islâmico de Milão, declara com audácia:
"(...) já é mais do que uma simples esperança e não mais um sonho: é a tímida certeza de que a Europa chegará às portas do ano 2000 inteiramente muçulmana ou em grande parte já islamizada" (cf. 30 Giorni, dezembro de 1988, p. 35).

Eis ao que leva o desenfreado ecumenismo inaugurado pelo Concílio Vaticano II.
Dom Antonio de Castro Mayer sobre a invasão islâmica Reviewed by Editor on segunda-feira, setembro 05, 2016 Rating: 5
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