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A ignorância religiosa



Por Mons. Francesco Olgiati
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Numa das mais belas lendas cristãs, recentemente colecionadas por Guido Battelli, lê-se o que sucedeu aos sete dormentes de Éfeso. No governo de Décio, sete fiéis, muito aflitos ao verem os males da perseguição entre os cristãos, desprezavam os sacrifícios que se faziam aos ídolos, e ficavam escondidos e ocultos em suas casas, ocupados em jejuns, vigílias e santas orações. No entanto, foram afinal, acusados ante o Imperador Décio como verdadeiros cristãos, e este, levando em conta que eram nobres e grandes da cidade, deu-lhes um prazo de vinte dias para deliberarem.

Passo por alto sobre as coisas estranhas referidas na lenda; direi tão só que fugiram a um áspero e elevado monte, a uma cova. Em vão, os esbirros do perseguidor tentaram entrar. Deus protegeu os seus santos, e enviou primeiro, do céu, trovões, raios, ventos, granizos e água, em grandes tempestades. Depois, apareceu à entrada da cova, uma multidão de animais ferozes: lobos, leões, ursos, serpentes, dragões, que os obrigaram a abandonar a tentativa. Ordenou então o Imperador, que a boca da cova fosse tampada, e assim se fez. Depois, em pouco tempo os sete prisioneiros caíram em profundo sono e dormiram placidamente centenas e centenas de anos. Só despertaram, e julgaram ter dormido apenas o espaço de uma noite, quando o Senhor inspirou a um cidadão de Éfeso que fazia escavações naquela montanha! Pode imaginar-se que surpresa lhes causou a cidade totalmente transformada, com o sinal da cruz sobre as portas e com uma população cristã jamais vista nem sonhada. Haviam dormido a bagatela de 388 anos! Era natural que se quedassem estupefatos e nem dessem crédito aos seus olhos! Estes sete dormentes são semelhantes às mais elementares verdades cristãs. Também elas dormem nos livros da Sagrada Escritura e dos Santos Padres. Também elas parecem fugir perseguidas por teorias contrárias e épocas nefastas, e aguardam a hora do despertar, mas, de um despertar que não seja como o dos perseguidos de Éfeso, seguido de uma tranquila morte no Senhor, mas que dure de modo permanente em todas as consciências. “Os homens não me amam, porque não me conhecem” – é a queixa do Coração de Jesus a Santa Margarida.

É espantosa a ignorância em religião. Poucos, por exemplo, conhecem os primeiros princípios do dogma cristão. Em nossa terra, cheia de tradições sagradas e inumeráveis basílicas, os pontos fundamentais do catecismo estão ocultos, como os sete dormentes de Éfeso na cova do esquecimento. Será para se estranhar, então, que o problema da vida não se resolva cristãmente?

Tríplice ignorância religiosa

Podemos dividir em três categorias os contemporâneos que às simples perguntas de um recenseamento: “A que religião pertencem?”, respondem: “à religião católica”:

1. A primeira categoria é formada pelos que nada sabem do catecismo, nem frequentam a Igreja, nem os sacramentos. São, às vezes, pessoas cultas num ramo da ciência; aliás, até escritores brilhantes e redatores de diários. Deu-se o caso, não há muito, em um grande diário de Milão, que, ao descrever em cores vivas uma procissão, disse “que se conduzia a estátua do Santíssimo Sacramento”! São filósofos ou pedagogos de primeira ordem, que têm a petulância de afirmar que o cristianismo admite a eternidade do Diabo tal como a eternidade de Deus. São muitas vezes, funcionários, como um prefeito da Alta Itália, a quem foram pedir licença para uma procissão eucarística:

– Que hinos vão cantar durante a procissão? – perguntava ele.

– O “Pange Lingua”, senhor Prefeito.

– Este “Pange Lingua” não é um canto subversivo? Olhem lá!...

– Não o é, sr. Prefeito, tranquilize-se...

E o homenzinho, com olhar perscrutador e desconfiado, atentava bem ao rosto dos interrogados para ver se diziam mesmo a verdade. São, finalmente, operários e mulheres do povo, que perfeitamente conhecem a religião, e estão convencidos, por exemplo (o fato se deu numa paróquia de Milão), de que os santos óleos são uma espécie de azeite de castor, que os enfermos devem engolir:

– Perdoe-me Reverendo – observaram muito compungidos – quer lhe dar os santos óleos? É impossível! Ele já não os pode engolir. Há muitos dias já não come.

Andamos em trevas mais profundas e dignas de lágrimas.

2. A segunda categoria é formada pelos que se julgam verdadeiros cristãos. Quando pequenos, a mãe lhes ensinou algumas orações. No tempo de menino, assistiram às instruções do catecismo que lhes preparou para a Crisma e Primeira Comunhão. Aprenderam, talvez, na escola algumas noções religiosas. Lá de tempos em tempos, vão à igreja ouvir um sermão. É domingo? Ouvem a missa. Chegou a Páscoa? Vão se confessar e comungar; cumprem o preceito pascal. Nasce uma criança em casa? Levam-na a batizar. Vão se casar? Querem a bênção nupcial do sacerdote. A morte lhes arrebata um ente querido? Os funerais devem ser religiosos. Que mais se deseja? Para que mais tanta exigência? Religião? Sim, mas até certo ponto...

São, como dizia Manzoni, “os cavalheiros do ne quid nimis”. Até aí! Mais, não... E estes, em questões de fé, querem que não se passem os limites. Isto é, os limites deles... Tirai uma prova. Dizei a tais cavalheiros: “É necessário harmonizar as próprias atividades com a graça; crer importa em animar cristãmente todas as ações, incluindo também o comércio, a política, a leitura do diário, as relações com as outras pessoas; não se é cristão só quando se ouve a missa, mas em todas as contingências da vida”. E ouvireis cada resposta!... “A religião, dizem, é uma coisa, e negócio é outra. Lugar de padre é na sacristia. Fora da sacristia, não impera Jesus Cristo, imperam os interesses, o prazer, as ambições. Já se foram os tempos medievais. Não somos santos. Deixemos os santos na eloquência dos oradores do púlpito, e não os misturemos no ardor febril da vida moderna”. E se chamar-lhes à atenção dizendo que semelhante religião é a mais absoluta deformação do cristianismo, vos olharão espantados. Naturalmente, muitos deles, à medida que passa o tempo, se atiram de uma vez nos negócios ou nos vícios, e um belo dia já não vão mais à missa, muito menos à Páscoa, e são capazes de nos dizer que perderam a fé... Pobrezinhos!

Nunca a tiveram, porque nunca também a conheceram sequer.

3. Temos aqui ainda a terceira categoria, que compreende os mais decididos valentes entre os cristãos. Muitos deles estão munidos de um diploma de agregação a uma bela associação, ou inscritos também numa congregação religiosa. Estes, ao menos estes, sabem o catecismo? Com raras exceções, temos que responder: não. Tendo estado em reuniões de moços, e falando entre moços que frequentam a comunhão e merecem toda espécie de elogios pela coragem e franqueza audaz com que professam a sua fé em público, ousei perguntar: “Que é a graça? Ou melhor, em que consiste a ordem sobrenatural?”.

As respostas obtidas me convenceram sempre que é enorme a ignorância dos princípios do cristianismo, até nos melhores cristãos, nos quais mais praticam a fé. Vós que me leis, se tivésseis de explicar o que entendeis por graça, e por ordem sobrenatural, ai!... Não sei que resultado daria o vosso exame. E não há dúvida: quem isto ignora, e pretende falar em cristianismo, assemelha-se a quem quer ler sem conhecer as letras do alfabeto.

Houve certa ocasião, um inteligentíssimo estudante que, nada sabendo, resolvia o árduo problema dos exames, copiando. Mas, para que o professor não desconfiasse, mudava aqui ou acolá algumas palavras. Podeis imaginar as galimatias que davam...

Um exemplo: Ora, o companheiro vizinho havia escrito que Cristóvão Colombo descobriu a América em 1492. O nosso sabichão, para não ser descoberto, mudou as coisas do seguinte modo: Masianelo descobriu a América em 2492. Como estais vendo, só mudou um nome e um número! Pouca coisa, não é verdade?

Ou, como dizem os franceses: quantité négligeable – quantia desprezível. Muitos de nossos ótimos sócios de organizações católicas, se forem submetidos a um exame de catecismo – não de teologia – darão, sem o querer, idêntico resultado. Ao expor alguns pontos fundamentais do dogma – por exemplo, as naturezas e a pessoa de Jesus Cristo – mudam alguma coisa, algum pequeno detalhe, e assim demonstram que sabem religião tão quanto aquele tipo tão genial que sabia história da América. E demais, sem dizê-lo a ninguém (respondei a vós mesmos, bem no segredo de vossas consciências): É ou não é verdade que nada vos importa na vida, se as pessoas da Santíssima Trindade, em vez de três, fossem duas ou cinco? Mais ainda: é ou não é verdade, que se Deus não houvesse revelado este mistério, viveríeis tranquilamente sem ele, e nenhuma modificação sofreria a vossa vida religiosa? E que significa tudo isto, senão um desconhecimento completo do catecismo? Não vos parece que vossa ignorância religiosa é mais profunda que um abismo, quando o primeiro dos mistérios da fé vos deixa tão olimpicamente indiferentes?

Muitos protestam porque, enquanto nos primeiros séculos instruir-se no cristianismo significava, nas escolas de catecismo, converter-se, e os cristãos de antanho contribuíam para a mudança da face do mundo, ou melhor, para estabelecer uma nova civilização, muito ao invés os cristãos de hoje ameaçam progredir como o caranguejo, e retroceder à civilização pagã.

Nada menos justificado que estas verdades: os cristãos de antanho conheciam o cristianismo; os cristãos de hoje não o estudam nunca, muito convencidos de que possuem uma ciência infusa. E mais ainda: não falta quem se queixe de que as epístolas de São Paulo não sejam mais lidas ou de que as obras dos Santos Padres, grandes luzeiros da Igreja, sejam quase como que proibidas para os cristãos de água de flor de laranjeira de nossos dias.

Disto, não há de que se admirar. Como se pode entender São Paulo, prescindindo do sobrenatural e da graça? Quem não sabe os primeiros elementos da ordem sobrenatural, toma São Paulo e aos Santos Padres, e se aborrece, nem mais nem menos como o caipira em cujas mãos se pusesse uma tábua de logaritmos.

É preciso ter algum preparo para ler e compreender. Do contrário, uma mariposa nos interessará mais que o arco de Tito. Que mais? Muitos quebram lanças contra a degeneração da piedade cristã, contra a superficialidade da forma e este dulçoroso e enganoso sentimentalismo. Está direito. Mas, por Deus! Como se querem evitar semelhantes erros se há falta de luz, de conhecimento e de pensamento? Não era em vão que o pranteado cardeal André Ferrari não fazia um discurso sem repetir com a voz aflita de um bom pastor: “Catecismo!”. Não era em vão que um pensador da altura de São Roberto Belarmino, com a mesma pena com que escrevera as páginas imortais das Controvérsias, escreveu também o pequeno catecismo.

Catecismo e Apologética

Permitam-me um parêntese e perdoem-me a palavra rude e franca. Falo de catecismo e não de apologética. Hoje em dia, para disfarçar a ignorância religiosa, muitíssimos desconhecedores da pedagogia cristã e didática católica acodem às escolas de apologética. Pois bem: a apologética pressupõe, tanto no que a ensina como no que a aprende, um conhecimento exato do que quer defender, e, por conseguinte, só é possível depois do estudo completo e profundo do catecismo. Eis porque, na prática, o remédio é pior que a enfermidade. E doutro lado, já não é mistério para ninguém que a apologética, tal como vem sendo manuseada, não converte, mas suscita mil dúvidas e quiçá faz perder a fé que propugna, de tal maneira que, nos anos do modernismo, chegaram a reclamar a necessidade de novos métodos apologéticos, e se pretendia nada menos que reduzir a tiras a apologética tradicional, para substituí-la pelo leite e o mel do coração, ou por um chamado à vida e à ação. A mentalidade de nossos contemporâneos, dizia-se, rebela-se contra os antigos argumentos, não se dobra ante os silogismos e ante os milagres e as profecias. Se era isto um despropósito e uma forma do naturalismo que foi autorizadamente condenado, não se pode negar a ineficácia e, não raro, os danos da apologética feita inoportunamente diante de pessoas sem preparo, que mais entendiam a dificuldade que a solução, e, portanto, em vez de aprenderem a verdade, acumulavam dúvidas e erros. Eu não condeno – repito – a apologética tradicional. A culpa não é desta, nem do valor intrínseco das suas provas, mas sim da facilidade e pressa dos que fazem apologética, quando faltam até as primeiras noções do catecismo.

Não se reflete que a apologética é de si árdua e difícil; porque implica toda a filosofia e toda a história, e a elas se reduz. E se torna uma tentativa simplesmente absurda quando falta conhecimento esmerado dos ensinamentos da fé. A apologética importa a defesa da religião. Como se quer defender uma causa que não se conhece? Comece-se a estudar o catecismo. É o único caminho para estar em condições de empreender uma discussão apologética de utilidade. Os grandes apologistas dos primeiros tempos, Santo Tomás de Aquino e os mais ilustres cultores da apologética tradicional, demonstraram como a fé é racional – um verdadeiro rationábile obséquium, porque não caíram na mania que agora nos domina, de pretender provocar um debate sem examinar os termos da questão. Menos apologética e mais catecismo, eis aí a palavra de ordem de toda pessoa sensata e séria. É hora já de se acabar com esta bobagem tão comum, de conceituar o catecismo assim como qualquer brinquedo para crianças. Não existe uma fé para a santa infância e outra para os adultos. O Deus do menino é também o Deus do pai e da mãe de família, é o Deus de Dante e de Volta; não só aos meninos, mas sobretudo aos jovens, aos profissionais, aos homens maduros, aos estudiosos das ciências, da filosofia e das letras, aos incrédulos que escrevem sobre coisas nossas e provocam o riso de grandes e pequenos, enfim a todos, devemos dizer: “Estudai o catecismo! Estudai o catecismo! Depois, se for necessário, nos dedicaremos ao estudo da apologética”.

Exposição orgânica do Cristianismo

– Quer dizer então – concluirá alguém – que nós homens grandes, professores, industriais, doutos ou quase doutos, devemos reler o pequeno catecismo que tivemos em mãos lá pelos anos da infância?

Exatamente! E ficai certos de que não vos será prejudicial, já que aquelas paginazinhas andam muito esquecidas. Mas não é esse precisamente o meu pensamento. Sustento que necessitais de uma exposição elementar do cristianismo que corresponda à vossa cultura, que ofereça-vos em gérmen o ensino católico. Um gérmen traz à mente a ideia de um organismo em que existem muitas partes – direi melhor, muitos membros – mas cuja multiplicidade vive na unidade. Não se concebe um livro orgânico, uma doutrina sistemática, um verdadeiro poema, senão com este método: reduzindo a multiplicidade à unidade. Há em um livro muitos capítulos e cada capítulo consta de muitas páginas, de muitas linhas, de muitas palavras; mas ainda, se é um livro orgânico e não um conglomerado de membros informes, tem uma ideia única que o anima da primeira à última letra. E ninguém pode afirmar que o entende, se através de cada parte do livro não possui a unidade da ideia inspiradora.

Eis aí porque não é fácil entender a Dante, e ainda mais apreciá-lo. Eis porque sustento que a quase totalidade dos meus leitores, ainda que lesse o catecismo, não compreenderia o cristianismo na sua unidade orgânica.

A doutrina cristã é tão maravilhosamente una na multiplicidade de seus dogmas, de seus preceitos, de seus sacramentos, de todas as suas manifestações litúrgicas e de todas as explicações de sua inesgotável fecundidade, que para conhecer a fundo (e não superficialmente) um só dos seus ensinamentos, é necessário considerá-lo em sua conexão com o resto do cristianismo. O dogma da Trindade está ligado aos demais dogmas. E a vida cristã, por sua vez, não pode prescindir do dogma da Santíssima Trindade.

Se até agora – repito – para vós que me ledes, nada significa na prática o mistério de Deus uno e trino, é porque não o estudastes com um método orgânico. Não escapa ao meu critério que o dogma da Trindade não é o da Imaculada ou o da Infalibilidade Pontifícia. O que se deve crer não é o que se praticar. Não se pode absolutamente confundir o natural com o sobrenatural. Um ramo da árvore é distinto do outro, mas, assim como os múltiplos ramos são ramos de uma mesma planta, com orgânica conexão entre si, assim também veremos que é um absurdo explicar um ponto de doutrina prescindindo de outros, e é absurdo separar o campo teórico do prático, o dogma dos mandamentos, as obras da fé e a graça da natureza elevada e redimida. Veremos, também, como um ponto quando esclarecido resplandece o resto, e como também, descuidado um, ameaça abalar-se o conjunto. Amiudadas vezes, ainda aqueles que estudam o cristianismo e conquistam a coroa e os lauréis em um certame catequético, só estudaram separadamente as várias partes da doutrina cristã. Sabem enunciar o mistério da Encarnação, o dogma da Trindade, os diversos princípios concernentes à graça, os Sacramentos e demais pontos; mas nunca tiveram uma ideia completa do nexo que une com admirável harmonia todo o ensino e a vida cristã.

É inútil. Não posso julgar verdadeiro dantista o que sabe de cor a Divina Comédia toda inteirinha, e a comenta verso por verso, que se recorda com exatidão de todos os personagens e fatos a que alude o poeta imortal do povo italiano, mas jamais compreendeu a unidade dos três cantos, ou melhor, a alma única inspiradora de todas as palavras, de todos os versos, de todos os cantos, de todas as invectivas e de todas as referências. E assim como não compreenderia a Catedral de Milão quem soubesse a origem de cada pedaço de mármore de que se compõe e de cada estátua que a adorna, mas não atingisse à unidade harmônica de toda essa multidão de pequenas obras de arte, assim também para compreender o catecismo de verdade, de maneira que se possua uma instrução educativa e formadora, não basta conhecer superficialmente cada parte do dogma e da moral.

Em suma

I – É imensa a ignorância religiosa. São inumeráveis os que não amam a Jesus Cristo porque não O conhecem. Estão compreendidos nesta triplica categoria:

a) Os analfabetos perfeitos que nada sabem do cristianismo, ainda que entre outros ramos possuam cultura mais ou menos vasta;

b) Os cristãos práticos e que, não obstante, só têm um verniz de religião sem que ela inspire ou exerça influência em sua vida;

c) Muitos católicos pertencem às nossas associações e conferências, mas conhecem superficialmente a fé que professam e defendem.

II – Diante de semelhante ignorância religiosa, é mais necessário o catecismo que a apologética. Antes de discutir as verdades cristãs, é preciso estudá-las.

III – O verdadeiro e único método de estudo consiste não em examinar separadamente as diversas partes dos dogmas, da moral ou do culto cristão, mas em buscar e compreender o princípio de unidade, que nos demonstrará a harmônica conexão dos dogmas entre si e o alcance dos dogmas com a vida.
A ignorância religiosa Reviewed by Editor on segunda-feira, abril 01, 2013 Rating: 5
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