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Padre Paul Kramer e a Sé Romana



Padre Paul Kramer, autor de “O Derradeiro Combate do Demônio”, expôs sua teoria em relação à atual situação da Sé Romana em um texto publicado em sua página no Facebook, no dia 28 de novembro de 2013. A seguir, oferecemos, para fins informativos, a tradução na íntegra.

Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com

O “Papa” Francisco, na Evangelii Gaudium n. 247, disse: “Um olhar muito especial é dirigido ao povo judeu, cuja Aliança com Deus jamais foi revogada”. Este texto é uma profissão de sua heresia, se opõe diretamente à definição dogmática solene do papa Eugênio III e do Concílio Ecumênico de Florença, e à doutrina ensinada pelo magistério supremo do Papa Bento XIV na Ex Quo Primum, que estabelece em várias ocasiões e de forma explícita, citando a definição de Florença, que a Aliança mosaica foi “revogada” e “ab-rogada”. Venho dizendo durante anos que quando um “papa” ensinar oficialmente, de forma explícita e clara, uma heresia de modo rotundo, contradirá o dogma infalivelmente definido da fé católica, e então qualquer um conhecerá que ele é o falso papa profetizado em muitas profecias da Igreja e nas aparições marianas aprovadas. São Roberto Belarmino, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Antônio e o Papa Inocêncio III, todos eles ensinam que quando o Papa se apresenta como um herege manifesto, isto é, manifestando claramente uma heresia notória, deixa de ser papa (ou, se já era um herege público, teria sido eleito invalidamente) porque ele não é católico – não é membro da Igreja Católica. Belarmino explica que o Romano Pontífice é a cabeça visível da Igreja, e a cabeça é membro dela. O que não é membro não pode ser a cabeça, e portanto a eleição de um herege público ao pontificado supremo é canonicamente nula e sem efeito. A heresia de Bergoglio no n. 247 é um caso tão claro e manifesto de heresia pública, expressada em termos acentuadamente inequívocos, que se pode dizer sem dúvida que se esta proposição do n. 247 não é manifestamente herética, então de nada se pode dizer que o seja. É moralmente impossível que alguém que manifestamente mostra tal desprezo claramente expressado a um dogma definido de fé, negando-o claramente, possa crer-se que leva validamente o cargo de Romano Pontífice. São Francisco de Assis previu um Papa eleito não-canonicamente que não seria “um verdadeiro pastor, mas um destruidor”. Bergoglio claramente se encaixa na descrição.

Pe. Kramer defende ainda que Bento XVI continua sendo o Papa legítimo.
Padre Paul Kramer e a Sé Romana Reviewed by Renitência on sábado, novembro 30, 2013 Rating: 5
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